quinta-feira, 22 de março de 2012

A Psicologia marcou presença nas atividades do mês

O projeto “A vida é uma emoção!” inserido na disciplina de Psicologia com as turmas A;C;E;F e M do 12º ano.

O projeto foi realizado com o intuito de estudar os processos emocionais e a consequente influência no nosso quotidiano. Para estudar as emoções mais profundamente, e até de um modo diferente, decidimos corporizar as diferentes reações existentes, expressando facial e/ou corporalmente as emoções, tentando defini-las e caracterizá-las. Assim, fotografámos, em grupo, diversas expressões das mais diversas emoções, espelhando as diferentes representações possíveis, consoante o meio e a pessoa que as expressa, sendo que as fotografias foram acompanhadas por textos, poemas e frases que transmitissem as emoções apresentadas.

Conseguimos, assim, entender a importância das emoções na vida quotidiana, emoções que regulam e condicionam os comportamentos e que trabalham, coordenadamente, com a mente, que nada seria sem a cooperação da vertente emocional. Além disso, compreendemos que os processos emocionais contribuem para as relações entre as pessoas e mesmo para a construção da identidade pessoal e personalidade, uma vez que são as emoções que estão na base das atitudes. Contudo, elas não existem por si só, sendo detentoras de uma plataforma interna de capacidades inatas, nas quais encontramos os afetos e os sentimentos, predisposições e estados do indivíduo que lhe permite reagir. São estes dois últimos elementos que originam as emoções, reações espontâneas, intensas e de curta duração que preenchem o nosso dia a dia, no contacto constante com os outros.

Concluímos que o ser humano, já por si um ser insatisfeito e incompleto, nada seria sem as emoções, quer pessoal quer socialmente, mas também por essas serem meios de ligação e comunicação entre as pessoas, podendo mesmo substituir as palavras.

Tivemos, assim, a oportunidade de analisar, de uma forma direta e prática, a complexidade das emoções e a essência de as sentirmos, tanto pessoal como coletivamente.




Professora Isabel Almada
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