segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Descobrir a Trombastenia de Glanzmann... na ESDR

Uma escola depara-se com diversas situações às quais deve dar a melhor resposta, mesmo que não esteja “preparada” para tal...

Assim, no dia 28 de outubro decorreu a palestra "Descobrir a Trombastenia de Glanzmann... na escola" perante uma plateia de pais, professores e alguns alunos. A Associação Portuguesa de Hemofilia e de Outras Coagulopatias Congénitas (APH) deslocou-se a S. Miguel nos dias 28 e 29 de outubro e alguns elementos daquela associação vieram à ESDR, em virtude de uma aluna da nossa escola ser acompanhada por aquela associação. 
Durante uma hora, a Enf. Marta Moreira abordou as linhas gerais da patologia: como se processa a coagulação do sangue, a hereditariedade e como viver com a Trombastenia de Glanzmann. Trata-se de um distúrbio hereditário raro, que afeta a capacidade das plaquetas sanguíneas se agregarem em torno de um vaso sanguíneo danificado. Deste modo, os doentes têm dificuldades acrescidas na coagulação, originando hemorragias com muita facilidade e frequência.

A aluna do 8ºC Marina Pimentel é portadora desta doença e a APH acompanha-a há já algum tempo.

Assim que foi planeada a vinda de representantes da associação a S. Miguel, a mesma estabeleceu contacto com a mãe da aluna a fim de visitar a ESDR e divulgar a doença em particular aos agentes educativos. A APH fez-se representar através do Vice-Presidente Hilário Moreira, do Tesoureiro Carlos Mota, da Assistente de Direção Patrícia Ferreira e da Enfermeira que proferiu a palestra. Esteve presente ainda uma aluna da Escola Secundária Antero de Quental, também portadora do distúrbio, tendo sido acompanhada pela mãe e pela Presidente do Conselho Executivo daquela escola, Iracema Cordeiro. A Coord. da Equipa de Saúde Escolar da ESDR, Célia Figueiredo, e o Vice-Presidente do CE, Domingos Neto, também marcaram presença  na sessão, inteirando-se de forma mais próxima da situação e, apresentando  disponibilidade total  de apoio e de colaboração quer no referente à patologia em questão quer com a  APH,   embora  a nossa aluna   já usufrua de facilidades que lhe proporcionam um dia a dia mais confortável e tranquilo, como a sua patologia exige. Pais, professores e a mãe da Marina (que tem a oportunidade de acompanhar, diariamente, a filha na escola) puderam trocar impressões sobre o distúrbio, contribuindo-se assim para um melhor conhecimento de como lidar com o problema.



Ana Sousa: diretora da turma 8º C
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