No dia 5 de Dezembro e no âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Sida, os alunos das turmas do nono ano turmas F, G e H do professor José Cabral levaram a cabo o Fórum “Jovem Aprende e Previne-te”. Este encontro decorreu no Auditório da Biblioteca Pública de Ponta Delgada das 9h às 13h e foi presidido, na sessão de abertura, pela presidente da Escola Secundária Domingos Rebelo, Drª Helena Lourenço. A sessão de trabalhos contou com a apresentação de trabalhos elaborados pelos alunos sobre os Comportamentos de Risco, as Infecções Sexualmente Transmissíveis e Métodos Contraceptivos ainda com a presença de testemunhos de pessoas (seropositivos, adolescentes grávidas e adolescentes que foram mães) e de técnicos ligados às áreas da saúde, como por exemplo: Dr. Melo Mota, médico de doenças infecto-contagiosas do Hospital Divino Espírito Santo; Drª Helena Pinheiro, psicóloga Clínica da APF, e da reinserção social, a Drª Isabel Mota, assistente social do Hospital Divino Espírito Santo. É de destacar a presença da Mestre Clara Castro como moderadora do fórum que muito bem soube orientar os trabalhos
A comissão organizadora fez um balanço muito positivo do evento dada a presença de cerca de 200 alunos e a interacção que houve entre o auditório e os palestrantes do fórum.
Blogue para discussão de assuntos relacionados com a educação e a nossa comunidade educativa.
domingo, 21 de dezembro de 2008
A UMAR na Escola Secundária Domingos Rebelo
Sabendo que a violência doméstica é um problema social actual e transversal a toda a sociedade, um grupo de alunos da Escola Secundária Domingos Rebelo do 12º Ano, a trabalhar a temática na Área de Projecto sob a coordenação da prof. Manuela Macedo, convidou a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta ) para falar às turmas H e I sobre o problema que afecta cada vez mais, e em maior número, as famílias .
A UMAR, associação que promove a igualdade e direitos das mulheres, existe há quinze anos nos Açores. Embora o apoio esteja direccionada para a mulher vítima de agressão, também há homens que recorrem à instituição, por serem alvo de maus tratos por parte da mulher. As mulheres, conscientes dos seus direitos , acrescentando a própria abertura da sociedade por estes problemas, sentem-se mais motivadas para denunciar estes casos.
A palestra teve a participação de Maria José Raposo, formadora e responsável pela direcção da instituição, da psicóloga Ana Horta, da socióloga estagiária Catarino Moniz e da assistente social Carolina Rodrigues.
Com esta acção pretendeu-se dar a conhecer o que é e em que consiste a violência doméstica e alertar para o facto da violência, física e psicológica, estar a aumentar entre os mais jovens , nomeadamente entre os jovens namorados. Se é fundamental consciencializar a camada mais jovem para a problemática da violência, muito mais importante será fazer a prevenção de qualquer tipo de violência. Há já até jovens que proíbem os namorados(as) de verem e receber chamadas de amigos(as).
A violência doméstica, existe quando duas pessoas mantêm entre si uma relação ou que coabitam no mesmo espaço, está presente no namoro, casamento, união de facto e também nas relações homossexuais, nas relações pais-filhos e relações avós-netos.
Conforme dados fornecidos pela UMAR em 2007, a nível nacional registaram-se 13050 ocorrências, tendo sido detidas 62 pessoas. Entre 2000 e 20007, foram detidas 888 pessoas. Este ano, que ainda não acabou, já se registaram 43 vítimas mortais a nível nacional, em consequência das agressões por parte do marido, ex-companheiro ou namorado. Os Açores não fogem à regra, registando-se 6 vítimas mortais, 2 das quais são de S. Miguel.
Relativamente aos Açores, este ano a UMAR tem continuado a receber imensos pedidos de ajuda, sendo a grande maioria por parte das mulheres . Em 2007, 70% foram pedidos de ajuda por parte das mulheres e apenas 10% das ocorrências foi feita pelos companheiros ou ex-companheiros.
Entre as causas da violência salientam-se as perturbações mentais (ciúmes doentios, sentimento de posse entre outros), personalidade cruel, machismo, álcool e substâncias tóxicas, stress, vivências infantis de agressão, etc.
Se é preocupante conhecer o número de pessoas que foram vítimas de violência, física e psicológica, dentro da sua própria casa , número esse que tem vindo a aumentar no continente e ilhas, muito mais preocupante será quando sabemos que há crianças e adolescentes que assistem às agressões dos próprios progenitores, sendo elas também vítimas directas dessa violência caseira. Neste ambiente familiar e com estas referências sociais, como será o futuro destas crianças e adolescentes, quando adultas? Entre os problemas psicológicos que estas crianças apresentam destacam-se a ansiedade, o medo, o isolamento social e baixa auto-estima com repercussões na ausência à escola e baixo aproveitamento escolar.
Sabendo que as crianças no seu processo de desenvolvimento físico e mental aprendem por observação e imitação dos pais ou modelos, como aprenderão elas noções fundamentais de convivência social? Como irão decorrer as suas relações interpessoais ao longo das suas vidas? Serão crianças felizes? Serão adultos responsáveis? Como podem eles, quando adultos, ensinar valores, sentimentos e afectos aos filhos, quando eles próprios não os obtiveram?
Conhecendo nós que em termos de comportamento humano não existem determinismos, ainda que estas crianças quando adultas venham a ser bons pais, as sequelas psicológicas irão percorrer toda a sua vida. Será com grande angústia que estes pais recordarão a sua infância infeliz. Será com grande ansiedade que eles viverão as suas vidas, com medo de não conseguirem dar aos seus filhos aquilo que eles por direito deveriam ter tido: amor e carinho.
Infelizmente a violência doméstica continua ainda hoje no século XXI a ser um problema silencioso, um cancro que corrói devagar sem ser detectado, muitas vezes levando a fins atrozes. Mudar comportamentos exige, antes de mais, mudar consciências. Façamos, por isso, um esforço.
Há que acabar com velhos mitos de que “quanto mais me bates, mais gostas de mim” e ver o seu companheiro(a), amigo(a), namorado(a), filho(a) como Pessoa com direitos e deveres, os quais todos temos que aceitar e respeitar.
Um artigo do projecto Fora de Portas
A UMAR, associação que promove a igualdade e direitos das mulheres, existe há quinze anos nos Açores. Embora o apoio esteja direccionada para a mulher vítima de agressão, também há homens que recorrem à instituição, por serem alvo de maus tratos por parte da mulher. As mulheres, conscientes dos seus direitos , acrescentando a própria abertura da sociedade por estes problemas, sentem-se mais motivadas para denunciar estes casos.
A palestra teve a participação de Maria José Raposo, formadora e responsável pela direcção da instituição, da psicóloga Ana Horta, da socióloga estagiária Catarino Moniz e da assistente social Carolina Rodrigues.
Com esta acção pretendeu-se dar a conhecer o que é e em que consiste a violência doméstica e alertar para o facto da violência, física e psicológica, estar a aumentar entre os mais jovens , nomeadamente entre os jovens namorados. Se é fundamental consciencializar a camada mais jovem para a problemática da violência, muito mais importante será fazer a prevenção de qualquer tipo de violência. Há já até jovens que proíbem os namorados(as) de verem e receber chamadas de amigos(as).
A violência doméstica, existe quando duas pessoas mantêm entre si uma relação ou que coabitam no mesmo espaço, está presente no namoro, casamento, união de facto e também nas relações homossexuais, nas relações pais-filhos e relações avós-netos.
Conforme dados fornecidos pela UMAR em 2007, a nível nacional registaram-se 13050 ocorrências, tendo sido detidas 62 pessoas. Entre 2000 e 20007, foram detidas 888 pessoas. Este ano, que ainda não acabou, já se registaram 43 vítimas mortais a nível nacional, em consequência das agressões por parte do marido, ex-companheiro ou namorado. Os Açores não fogem à regra, registando-se 6 vítimas mortais, 2 das quais são de S. Miguel.
Relativamente aos Açores, este ano a UMAR tem continuado a receber imensos pedidos de ajuda, sendo a grande maioria por parte das mulheres . Em 2007, 70% foram pedidos de ajuda por parte das mulheres e apenas 10% das ocorrências foi feita pelos companheiros ou ex-companheiros.
Entre as causas da violência salientam-se as perturbações mentais (ciúmes doentios, sentimento de posse entre outros), personalidade cruel, machismo, álcool e substâncias tóxicas, stress, vivências infantis de agressão, etc.
Se é preocupante conhecer o número de pessoas que foram vítimas de violência, física e psicológica, dentro da sua própria casa , número esse que tem vindo a aumentar no continente e ilhas, muito mais preocupante será quando sabemos que há crianças e adolescentes que assistem às agressões dos próprios progenitores, sendo elas também vítimas directas dessa violência caseira. Neste ambiente familiar e com estas referências sociais, como será o futuro destas crianças e adolescentes, quando adultas? Entre os problemas psicológicos que estas crianças apresentam destacam-se a ansiedade, o medo, o isolamento social e baixa auto-estima com repercussões na ausência à escola e baixo aproveitamento escolar.
Sabendo que as crianças no seu processo de desenvolvimento físico e mental aprendem por observação e imitação dos pais ou modelos, como aprenderão elas noções fundamentais de convivência social? Como irão decorrer as suas relações interpessoais ao longo das suas vidas? Serão crianças felizes? Serão adultos responsáveis? Como podem eles, quando adultos, ensinar valores, sentimentos e afectos aos filhos, quando eles próprios não os obtiveram?
Conhecendo nós que em termos de comportamento humano não existem determinismos, ainda que estas crianças quando adultas venham a ser bons pais, as sequelas psicológicas irão percorrer toda a sua vida. Será com grande angústia que estes pais recordarão a sua infância infeliz. Será com grande ansiedade que eles viverão as suas vidas, com medo de não conseguirem dar aos seus filhos aquilo que eles por direito deveriam ter tido: amor e carinho.
Infelizmente a violência doméstica continua ainda hoje no século XXI a ser um problema silencioso, um cancro que corrói devagar sem ser detectado, muitas vezes levando a fins atrozes. Mudar comportamentos exige, antes de mais, mudar consciências. Façamos, por isso, um esforço.
Há que acabar com velhos mitos de que “quanto mais me bates, mais gostas de mim” e ver o seu companheiro(a), amigo(a), namorado(a), filho(a) como Pessoa com direitos e deveres, os quais todos temos que aceitar e respeitar.
[Fotos]
Um artigo do projecto Fora de Portas
Planetário na Escola
Nos dias 4 e 5 de Dezembro os professores de Física e Química, dos 7º e 10º anos, da Escola Secundária Domingos Rebelo, sob coordenação do docente Carlos Pereira, promoveram junto dos alunos o contacto com um planetário virtual, recriando desta maneira um observatório de corpos celestes.
Participaram neste evento 9 turmas do 7º ano e 4 turmas do 10º ano num total de 293 alunos. Esta actividade destinou-se a todos os alunos do 7º ano e aos alunos de Física e Química A do 10 ano, uma vez que o estudo do universo é parte integrante dos conteúdos curriculares da Ciências Físico-Químicas nestes dois anos de escolaridade.
O material utilizado e a dinamização das sessões estiveram a cargo do Observatório Astronómico da Ribeira Grande nas pessoas dos Doutores Sérgio, Patrícia, Carla e Daniela, a quem se agradece o empenho a dedicação e a qualidade das sessões que apresentaram a todos quantos visitaram o planetário virtual.
Foi possível observar o céu nocturno, visualizar galáxias, nebulosas, estrelas e os planetas do sistema solar. Para além destes, os alunos e professores foram presenteados ainda com um triller de um filme que o observatório tem em fase de aquisição. Todos aprenderam a olhar para o céu e a orientarem-se por ele.
Alunos e professores adoraram as sessões e reconheceram a mais-valia desta actividade. Um bem-haja ao observatório por aquilo que proporcionou aos nossos alunos.
Esta actividade marcou a primeira saída do novo planetário digital pelas escolas e insere-se nas actividades de divulgação científica do observatório sob a tutela da Direcção Regional de Ciência e Tecnologia.
Participaram neste evento 9 turmas do 7º ano e 4 turmas do 10º ano num total de 293 alunos. Esta actividade destinou-se a todos os alunos do 7º ano e aos alunos de Física e Química A do 10 ano, uma vez que o estudo do universo é parte integrante dos conteúdos curriculares da Ciências Físico-Químicas nestes dois anos de escolaridade.
O material utilizado e a dinamização das sessões estiveram a cargo do Observatório Astronómico da Ribeira Grande nas pessoas dos Doutores Sérgio, Patrícia, Carla e Daniela, a quem se agradece o empenho a dedicação e a qualidade das sessões que apresentaram a todos quantos visitaram o planetário virtual.
Foi possível observar o céu nocturno, visualizar galáxias, nebulosas, estrelas e os planetas do sistema solar. Para além destes, os alunos e professores foram presenteados ainda com um triller de um filme que o observatório tem em fase de aquisição. Todos aprenderam a olhar para o céu e a orientarem-se por ele.
Alunos e professores adoraram as sessões e reconheceram a mais-valia desta actividade. Um bem-haja ao observatório por aquilo que proporcionou aos nossos alunos.
Esta actividade marcou a primeira saída do novo planetário digital pelas escolas e insere-se nas actividades de divulgação científica do observatório sob a tutela da Direcção Regional de Ciência e Tecnologia.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Vamos Lutar contra a SIDA
O Projecto Mil Cores, coordenado pelas docentes Maria Eduarda Teixeira e Edna Lima Medeiros, durante a semana de 2 a 5 de Dezembro apresenta a toda a comunidade escolar da Escola Secundária Domingos Rebelo uma série de actividades sob o título Vamos Lutar contra a SIDA.
Todos alunos da escola estão envolvidos nas actividades que se vão realizar durante esta semana: poderão assistir a sessões de esclarecimento com técnicos de saúde do Centro de Saúde de São José, enfermeiras Helena Vieira e Natália Ferraz, esclarecendo dúvidas sobre a prevenção da SIDA e como usar correctamente o preservativo; poderão visualizar uma exposição onde cartazes elucidarão sobre resultados estatísticos acerca da evolução da doença em Portugal por regiões e distritos, sobre os sinais da doença e suas consequências, uma exposição de fotografias de pessoas conhecidas que faleceram vítimas de SIDA, intitulada Aviso aos Vivos e ainda uma exposição multimédia em que spots publicitários realizados em torno da luta contra a Sida em todo o mundo alertam sobre a doença; e poderão participar num momento único de partilha de afectos com a actividade Oferta de Abraços.
Esta semana visa sensibilizar todos os alunos e demais elementos da comunidade escolar para a importância da luta contra a SIDA, para a prevenir e esclarecer dúvidas, para divulgar comportamentos correctos e incorrectos, para recordar pessoas conhecidas do mundo das artes, em especial da música e promover o contacto natural e desinteressado entre pessoas seropositivas e não portadoras da doença.
Fica o desafio da construção de uma página web a fim de dar a conhecer todo o trabalho realizado no âmbito deste projecto.
Todos alunos da escola estão envolvidos nas actividades que se vão realizar durante esta semana: poderão assistir a sessões de esclarecimento com técnicos de saúde do Centro de Saúde de São José, enfermeiras Helena Vieira e Natália Ferraz, esclarecendo dúvidas sobre a prevenção da SIDA e como usar correctamente o preservativo; poderão visualizar uma exposição onde cartazes elucidarão sobre resultados estatísticos acerca da evolução da doença em Portugal por regiões e distritos, sobre os sinais da doença e suas consequências, uma exposição de fotografias de pessoas conhecidas que faleceram vítimas de SIDA, intitulada Aviso aos Vivos e ainda uma exposição multimédia em que spots publicitários realizados em torno da luta contra a Sida em todo o mundo alertam sobre a doença; e poderão participar num momento único de partilha de afectos com a actividade Oferta de Abraços.
Esta semana visa sensibilizar todos os alunos e demais elementos da comunidade escolar para a importância da luta contra a SIDA, para a prevenir e esclarecer dúvidas, para divulgar comportamentos correctos e incorrectos, para recordar pessoas conhecidas do mundo das artes, em especial da música e promover o contacto natural e desinteressado entre pessoas seropositivas e não portadoras da doença.
Fica o desafio da construção de uma página web a fim de dar a conhecer todo o trabalho realizado no âmbito deste projecto.
[Fotos]
Fórum "Jovem Aprende e Previne-te"
No próximo dia 5 de Dezembro e no âmbito das Comemorações do Dia Mundial da Sida, os alunos do professor José Cabral irão levar a cabo o Fórum “Jovem Aprende e Previne-te”. Este encontro decorrerá no Auditório da Biblioteca Pública de Ponta Delgada das 9h às 13h e contará com a apresentação de trabalhos elaborados pelos alunos ainda com a presença de testemunhos de pessoas que são seropositivos e de técnicos ligados às áreas da saúde e da reinserção social. Este evento encontra-se aberto aos alunos da escola Secundária Domingos Rebelo e seus encarregados de educação/ pais e a toda a comunidade escolar.
Um artigo do projecto Fora de Portas
Um artigo do projecto Fora de Portas
Intercâmbio Natalício
Os alunos das turmas O e P do 10º ano, no âmbito da disciplina de Técnicas de Expressão e Comunicação, sob orientação do docente Eduardo Naia, estão a dar corpo a dois projectos de intervenção junto da comunidade para levar a cabo na época festiva que se aproxima.
A turma O elaborou o projecto Um Olhar Brilhante de Natal que terá como fim último proporcionar aos utentes do Lar de Idosos de Santo António da Lagoa uma tarde diferente, uma tarde repleta de alegria com danças divertidas, peças de teatro, leitura dramatizada de textos, teatro de fantoches, entre outras actividades. Os alunos envolvidos neste projecto estão empenhados e com muita vontade de partilhar com os idosos o que para eles preparam.
A escola EB1/JI de São José foi a escola contemplada com o projecto Um Sorriso de Natal que os alunos da turma P do 10º ano criaram. Estes alunos irão no próximo dia 5 de Dezembro ler contos de Natal para os mais pequeninos e decorar a escola com enfeites alusivos ao Natal. Com esta actividade pretende-se promover o gosto pela leitura , promover a expressão plástica e acima de tudo partilhar experiências e vivências. Esta ida à escola EB1/JI de São José terminará com um convívio entre todos os elementos: alunos, professores e auxiliares de acção educativa.
Um artigo do projecto Fora de Portas
A turma O elaborou o projecto Um Olhar Brilhante de Natal que terá como fim último proporcionar aos utentes do Lar de Idosos de Santo António da Lagoa uma tarde diferente, uma tarde repleta de alegria com danças divertidas, peças de teatro, leitura dramatizada de textos, teatro de fantoches, entre outras actividades. Os alunos envolvidos neste projecto estão empenhados e com muita vontade de partilhar com os idosos o que para eles preparam.
A escola EB1/JI de São José foi a escola contemplada com o projecto Um Sorriso de Natal que os alunos da turma P do 10º ano criaram. Estes alunos irão no próximo dia 5 de Dezembro ler contos de Natal para os mais pequeninos e decorar a escola com enfeites alusivos ao Natal. Com esta actividade pretende-se promover o gosto pela leitura , promover a expressão plástica e acima de tudo partilhar experiências e vivências. Esta ida à escola EB1/JI de São José terminará com um convívio entre todos os elementos: alunos, professores e auxiliares de acção educativa.
Um artigo do projecto Fora de Portas
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Jardins da cidade de Ponta Delgada contemplados em roteiros
No passado dia 18 de Novembro, os alunos do Curso de Ordenamento do Território e Ambiente, das turmas L e J do 10º e 11º anos respectivamente elaboraram um Roteiro Botânico orientado pelo Dr. Raimundo Quintal, geógrafo e Presidente da Associação Amigos do Parque Zoológico da Madeira.
O roteiro realizou-se em dois jardins na cidade de Ponta Delgada: Jardim António Borges e Jardim do Palácio de Santana.
O passeio pedagógico que se realizou foi, sem dúvida, muito enriquecedor para os alunos envolvidos, futuros Técnicos do Ambiente.
Os conhecimentos adquiridos foram uma mais valia para os jovens, uma vez que possibilitaram a aquisição de conhecimentos relativos à diversidade de plantas que existem nos jardins da cidade. É de salientar que este evento só foi possível graças aos Amigos dos Açores e à Ecoteca de Ponta Delgada.
O roteiro realizou-se em dois jardins na cidade de Ponta Delgada: Jardim António Borges e Jardim do Palácio de Santana.
O passeio pedagógico que se realizou foi, sem dúvida, muito enriquecedor para os alunos envolvidos, futuros Técnicos do Ambiente.
Os conhecimentos adquiridos foram uma mais valia para os jovens, uma vez que possibilitaram a aquisição de conhecimentos relativos à diversidade de plantas que existem nos jardins da cidade. É de salientar que este evento só foi possível graças aos Amigos dos Açores e à Ecoteca de Ponta Delgada.
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