
O futuro do ensino será ensino do futuro ou não será nada. Desde logo no sentido em que aqueles que estão perante o professor são, por razões óbvias, os que têm mais futuro. Por outro lado, porque as matérias a leccionar resultam de uma sedimentação histórica que o professor didactiza, isto é, adapta ao seu público. Por outras palavras, o valor das matérias não está no que foi mas naquilo que se podem tornar por via da apropriação que os alunos delas farão.